Doença de Alzheimer - Farmacêutico brasileiro entre os mais importantes pesquisadores.




A Doença de Alzheimer é a mais frequente entre as doenças demenciais, atingindo hoje quase 50 milhões de pessoas no mundo. Uma doença neurodegenerativa, sem cura, caracterizada pela perda da memória e outras funções mentais. É capaz de incapacitar para o trabalho e o convívio social e familiar, quando em estágios mais avançados. Rouba a dignidade do paciente.


Os medicamentos existentes não se destinam a curar a doença, mas retardar seu avanço, tentando dar um pouco mais de qualidade de vida ao doente. Rivastigmina, galantamina, memantina, entre outros, são drogas disponibilidades pelo SUS, através de programa de saúde específico, denominado Componente Especializado da Assistência Farmacêutica, disponível no município onde o paciente reside.


Diversos estudos apontam para fatores que podem prevenir ou retardar o aparecimento da Doença de Alzheimer, sendo os principais a prática de atividade físicas regulares e a alimentação equilibrada, livre de gorduras trans e outros alimentos ultra processados. Fitoterápicos e outros suplementos também são apontados como possíveis armas na prevenção da patologia.


O diagnóstico precoce seria um dos maiores ganhos na atualidade para ajudar nessa luta. E, quanto mais simples e menos invasivo, melhor seria o método. Neste sentido, uma pesquisa conduzida pelo Pesquisador Dr. Gustavo Alves, farmacêutico e professor universitário, tem sido um avanço considerável. Dr Gustavo desenvolveu um método de diagnóstico através de Biomarcadores presentes na saliva (proteína TAU e Beta-Amilóide), que pode predizer se um paciente terá Alzheimer no futuro. O pesquisador farmacêutico apresentou seu trabalho em congressos internacionais e publicou seus resultados no International Journal of Morphology, em 201(veja no link https://scielo.conicyt.cl/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0717-95022020000100230).


O farmacêutico já explicou o teor de sua pesquisa em algumas entrevistas “Nós desenvolvemos o exame para o diagnóstico de Alzheimer no meu doutorado, entre 2012 e 2013. O teste é feito a partir da saliva, que é um elemento de fácil obtenção, sendo indolor. Por meio do teste, descobrimos duas proteínas, a tau e a beta amiloide, que estão relacionadas com ao surgimento da doença nos pacientes. Com isso, nós conseguimos comprovar a viabilidade do teste de saliva como preditivo para pessoas com Alzheimer”.


Gustavo Alves, bem como vários outros pesquisadores brasileiros, luta diariamente para que a ciência continue a nos dar esperanças de uma melhor qualidade de vida, vencendo doenças consideradas sem cura. Assim como o farmacêutico Gustavo, enfermeiros, médicos, nutricionistas, biomédicos, fisioterapeutas e profissionais de outras áreas têm trabalhos cujos objetivos são melhorar a qualidade de vida de pacientes com a Doença de Alzheimer e outras patologias incapacitantes. E pesquisadores carecem de investimentos e estímulos, do governo e de iniciativa privada.


Viva o cientista brasileiro!


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Fonte: https://exame.abril.com.br/ciencia/cientistas-brasileiros-desenvolvem-diagnostico-de-alzheimer-pela-saliva/?fbclid=IwAR32qJ7p_wMPo8lfuM_DkdjjvG0SejRvl4yisrIpiiJJwwEBbAvX0NXvQ_4

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