MODIFICAÇÕES DIETÉTICAS PODEM AJUDAR A REDUZIR O DECLÍNIO COGNITIVO




Os alimentos que comemos podem ter um impacto direto em nossa acuidade cognitiva em nossos últimos anos. Esta é a principal constatação de um estudo da Universidade Estadual de Iowa destacado em um artigo publicado na edição de novembro de 2020 do Journal of Alzheimer's Disease.


O estudo foi liderado pelo pesquisador principal, Auriel Willette, professor assistente em Ciência alimentar e Nutrição Humana, e Brandon Klinedinst, doutorando em Neurociências trabalhando no departamento de Ciência alimentar e Nutrição Humana no Estado de Iowa. O estudo é uma análise em larga escala inédita que conecta alimentos específicos à acuidade cognitiva posterior.


Willette, Klinedinst e sua equipe analisaram dados coletados de 1.787 adultos idosos (de 46 a 77 anos de idade, na conclusão do estudo) no Reino Unido através do UK Biobank, um banco de dados biomédico em larga escala e recurso de pesquisa contendo informações genéticas e de saúde aprofundadas de meio milhão de participantes do Reino Unido. O banco de dados é acessível globalmente a pesquisadores aprovados que realizam pesquisas vitais sobre as doenças mais comuns e com risco de vida do mundo.


Aqui estão quatro dos achados mais significativos do estudo:

1 - O queijo, de longe, mostrou-se o alimento mais protetor contra problemas cognitivos relacionados à idade, mesmo no final da vida;

2 - O consumo diário de álcool, particularmente vinho tinto, esteve relacionado a melhorias na função cognitiva;

3 - O consumo semanal de cordeiro, mas não outras carnes vermelhas, mostrou melhorar as proezas cognitivas de longo prazo; E

4 - O consumo excessivo de sal é ruim, mas apenas indivíduos que já correm risco de Doença de Alzheimer podem precisar observar sua ingestão para evitar problemas cognitivos ao longo do tempo.


Willette diz que testes clínicos randomizados são necessários para determinar se fazer mudanças simples em nossa dieta poderia ajudar nosso cérebro de maneiras significativas.

Klinedinst acrescentou que "Dependendo dos fatores genéticos que se carrega, alguns indivíduos parecem estar mais protegidos dos efeitos do Alzheimer, enquanto outros parecem estar em maior risco. Dito isso, acredito que as escolhas alimentares certas podem prevenir a doença e o declínio cognitivo completamente. Saber o que isso implica contribui para uma melhor compreensão do Alzheimer e colocar essa doença em uma trajetória inversa."


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LINK PARA O ESTUDO ORIGINLA: Genetic Factors of Alzheimer’s Disease Modulate How Diet is Associated with Long-Term Cognitive Trajectories: A UK Biobank Study - IOS Press


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