Reposicionamento de Fármacos.



O desenvolvimento e a liberação de um novo fármaco exigem diversas etapas de estudos, que envolvem a pesquisa experimental ou fase pré-clínica (testes do possível fármaco em células e animais) e a pesquisa clínica (avalia a segurança e a eficácia do novo fármaco em seres humanos). Essas etapas demandam tempo (que pode ultrapassar 10 anos) e investimentos financeiros, dificultando o acesso a novos fármacos.


Atualmente o reposicionamento de fármacos, que consiste na descoberta de novas ações terapêuticas para fármacos já comercializados para tratamento de outras doenças, tem sido uma saída para “driblar” o tempo e os custos do desenvolvimento de fármacos.


Pesquisadores brasileiros (Souza et al., 2019) publicaram um estudo indicando que o cloridrato de memantina, prescrito para tratamento da doença de Alzheimer, também possui eficácia no tratamento da doença de Chagas (doença parasitária negligenciada causada pelo protozoário Trypanosoma cruzi). No estudo realizado por Souza e colaboradores o cloridrato de memantina foi eficaz contra o parasita T. cruzi em testes in vitro e in vivo, indicando uma possibilidade do reposicionamento do fármaco.


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Fonte: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC6752752/


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