VACINAS PARA COVID-19: QUAIS AS PERSPECTIVAS?




A corrida para desenvolver a vacina para a Covid-19, como já se sabe, é a mais acelerada da história da medicina. O desenvolvimento, em tão curto espaço de tempo, de imunizantes para combater a doença só é possível pelos esforços de governos, empresas farmacêuticas e instituições de ensino e pesquisa de todo o mundo, mesmo que apenas com os voluntários, na fase 3 de testes clínicos.


Recentemente, uma das candidatas em estágio de testes mais avançados, teve seu estudo suspenso temporariamente, para investigar um evento adverso grave. Este procedimento é normal e ocorre com todos os estudos sérios, onde se detectam eventos com possibilidade de se confirmar como reações adversas. O caso está em análise pelas equipes de pesquisadores da Universidade de Oxford, Reino Unido, e da AstraZeneca, farmacêutica responsável pela produção da futura vacina.


Mas, como andam as principais candidatas a vacina contra Covid-19 no mundo? Quem as desenvolveu? Em que estágio se encontram e quais países estão envolvidos em suas pesquisas?


O Brasil está participando dos testes de 6 das candidatas, cujos estágios clínicos ou fases são mais avançados. Vamos a um resumo rápido:


VACINAS EM ESTÁGIO 3:

* Vacina AZD1222, da AstraZeneca/Universidade de Oxford, com tecnologia de vetorização viral, com testes iniciados em 23 de abril, atualmente testada na Grã-Bretanha, EUA, India, Brasil.

* Vacina Gam-COVID-Vac, do Instituto Gamaleya (Rússia), com tecnologia de vetorização viral, com testes iniciados em 18 de junho, atualmente testada na Rússia, Brasil, Méxio.

* Vacina mRNA-1273, da Moderna/NIAID, com tecnologia de RNA encapsulado, com testes iniciados em 16 de março, sendo testada nos EUA.

* Vacina mRNA-BNT162, da Pfizer/Biontech, com tecnologia de RNA encapsulado, com testes iniciados em 29 de abril, atualmente sendo testada nos EUA, Alemanha, Argentina, Brasil e China.

* Vacina SARS-Cov-2 Inativado, da Sinopharm/Instituto de produtos biológicos de Wuhan, com tecnologia de vírus inativado, com testes iniciados em 11 de abril, sendo atualmente na China.

* Vacina de vírus inativado, da Sinovac Biotech, sendo testada inicialmente em 16 de abril e atualmente testada na China, Chile, India, Turquia e Brasil (em parceria com o Instituto Butantã, que será seu produtor no país).

Outras vacinas estão em Fase 2 e Fase 1, de estudos clínicos, testadas em vários países, como EUA, China, Rússia, Austrália e India.


Entretanto, as perspectivas de que tenhamos vacinação disponível em larga escala, para todo o mundo, são para 2022, segundo OMS. Mesmo assim, os governos brasileiro e norte americano chegaram a assegurar que haveria vacinação ainda neste ano de 2020, sendo a data mais plausível de início em 2021.


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A tabela completa das vacinas em fases clínicas, publicada pela Nature Research, está disponível em https://media.nature.com/original/magazine-assets/d41573-020-00151-8/18347976

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